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Grupos de Pesquisa e Colaborações

  • GCPB - Grupo de Cosmologia, Partículas e Branas

  • Líder do Grupo: Francisco de Assis de Brito

  •  O estudo de estruturas solitônicas tipo kinks, paredes de domínios, vórtices, monopolos magnéticos e p-branas, tem sido bastante apreciado nas últimas quatro décadas, sendo as p-branas um tema mais intensivamente abordado desde o início dos anos 90. Estas estruturas aparecem em meios cuja descrição dinâmica se dá em termos de equações diferencias não lineares. A não linearidade desempenha um fator fundamental na obtenção dessas estruturas. Um sóliton por definição é uma estrutura tipo onda solitária que se propaga sem perder as suas propriedades ao longo do tempo, mesmo que ocorram processos de colisão ao longo do seu caminho. Nos primeiros estudos destes objetos nas décadas de 60 e 70, cientistas usaram modelos não-lineares para identificar estruturas solitônicas com partículas. Nos dias atuais, sólitons tipo paredes magnéticas têm ganhado espaço na Física da Matéria Condensada, e as p-branas mais recentemente, têm se mostrado bastante útil no contexto de uma teoria de unificação das forças fundamentais denominada Teoria das Supercordas bem como no contexto da Cosmologia. Outros tipos de branas denominadas D-branas, constituem um lugar aonde as extremidades de uma corda aberta podem terminar, tal que a interação entre os modos de vibração da corda, que são identificados com partículas, e a D-brana proporcionam uma física nova, que caracteriza sobretudo uma melhor compreensão do espectro não-perturbativo da Teoria das Supercordas.

  • GPFA - Grupo de Pesquisas Físicas Aplicadas

  • Líder do Grupo: Kennedy Leite Agra

  •  O grupo vem desenvolvendo trabalhos em parcerias com pesquisadores das áreas de ciências dos materiais, de engenharia agrícola e de engenharia de minas. Nestes trabalhos é usada a técnica de espectroscopia fotoacústica na caracterização e monitoração de processos de degradação de polímeros, na caracterização de minerais e de biomoléculas, e no estudo de propriedades termofísicas de grãos e de polpas de frutas.

  • AEROLUME - Grupo de Física da Alta Atmosfera

  • Lider do Grupo: Ricardo A. Buriti

  • O airglow é uma luz de intensidade fraca existente na alta atmosfera que é proveniente de reações químicas devido a absorção, por parte de átomos e moléculas, da radiação solar. As perturbações provocadas por ondas atmosféricas no airglow são de fundamental importância pois tem revelado informações com relação a constituição química da alta atmosfera, temperatura e dinâmica. Nosso objetivo é estudar a natureza físico-química da atmosfera superior focalizando a interação entre o airglow as ondas de gravidade, de marés e ondas planetárias para obter uma climatologia destas ondas além de estudar as diversas irregularidades ionosféricas. Os estudos de airglow ocorrem principalmente em regiões de médias e altas latitudes. Atualmente existem várias lacunas no conhecimento estabelecido sobre o airglow e a sua interação com estas ondas na região equatorial. Já é sabido que a dinâmica e a química da alta atmosfera depende, entre outros fatores, da latitude. Portanto, o objetivo de nossa pesquisa visa contribuir com o conhecimento mais profundo da atmosfera terrestre. O nosso trabalho consiste em: 1) contínuas observações do airglow devido o oxigênio atômico e molecular, sódio, molécula OH e temperatura rotacional do OH e do O2 através de fotômetro e imageador all-sky; 2) criar um banco de dados relativos as medidas realizadas por nossos equipamentos; 3) analisar os dados coletados simultaneamente por vários instrumentos instalados em Cachoeira Paulista, Natal e São João do Cariri; 4) utilizar dados de ventos mesosféricos obtidos pelo radar meteórico instalado no OLAP para complementação de análises do airglow. Esperamos obter uma climatologia das ondas atmosféricas, comportamento sazonal da temperatura rotacional na mesopausa, além de caracterizar estas ondas, com relação aos seus parâmetros físicos, determinando assim, os tipos de movimentos ondulatórios que predominam na região equatorial.

    Para mais informações, acesse: http://aerolume.df.ufcg.edu.br


  • COLABORAÇÃO LNLS Laboratório Nacional de Luz Síncrotron

  • Membros: Narcizo Marques, Thiago Mori e Kennedy Agra


  • O acesso ao LNLS tem proporcionado aos nossos alunos a oportunidade de realizar parte de seu programa de mestrado em um dos experimentos mais importantes do país. Nossa colaboração no LNLS atualmente opera a linha de luz PGM no atual acelerador (UVX) do LNLS (Laboratório Nacional de Luz Síncrotron). Esta é uma linha de raios-x moles (100 - 1500 eV) que oferece diversas estações experimentais e técnicas que, em um futuro muito próximo, serão divididas entre duas novas linhas de luz também com energias na faixa dos raios-x moles. Além disso, como as linhas de raios-x moles atendem a comunidade de ciências de superfície, temos à disposição uma infraestrutura de apoio que compreende câmaras de deposição de filmes finos por técnicas físicas (PLD - pulsed laser deposition - e MBE - molecular beam epitaxy), equipamentos para preparação de superfícies de monocristais por sputtering e e-beam annealing, e caracterizações in situ (em câmaras de ultra alto vácuo conectadas entre si e com sistema de transferência de amostras) por difração de elétrons (RHEED - reflection high energy electron diffraction - e LEED - low energy electron diffraction), espectroscopia de elétrons Auger (AES - Auger electrons spectroscopy) e XPS, e microscopia de varredura por sonda (SPM - scanning probe microscopy) nos modos STM (scanning tunneling microscopy) e AFM (atomic force microscopy). Além disso, possuímos um microscópio SPM convencional para medidas de AFM e também nos modos elétricos KPFM (Kelvin probe force microscopy) e PFM (piezoresponse force microscopy), e magnético MFM (magnetic force microscopy). Também possuímos uma estação de medidas de transporte eletrônico com criostato que opera entre 15 K e 450 K. Nosso grupo também é usuário frequente de equipamentos para deposição de filmes finos por magnetron sputtering, difratômetros de raios-x e microscópios eletrônicos através da infraestrutura multiusuário disponível no LNNano (Laboratório Nacional de Nanotecnologia), que também fica no CNPEM (Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais), e dos clusters de high performance computing do grupo de computação científica do LNLS para realização de simulações micromagnéticas.

    Para mais informações, acesse:  

    https://www.lnls.cnpem.br/grupos/xds/
     


    https://www.lnls.cnpem.br/grupos/pgm/



  • COLABORAÇÃO Radiotelescópio BINGO



  • Membros: Luciano BarosiFrancisco Brito, João Rafael Santos, Eduardo Passos, Marcos Anacleto, Amílcar Queiroz, Victor Afonso

  • Membros do nosso programa de pós-graduação também estão envolvidos no projeto do radiotelescópio BINGO (Baryonacoustic oscillations In Neutral Gas Observations). O BINGO é uma colaboração internacional na qual participam a Universidade de São Paulo, o INPE, a UFCG, a University of Machester Reino Unido, Yangzhou University China, Shanghai Jiao Tong University China, University of Science and Technology China, a ETH Zurich Suiça, University College London Reino Unido, Institut d'Astrophysique Spatiale França, University of KwaZulu-Natal África do Sul, University of Texas Estados Unidos, entre outros. Esperamos que nossa  participação na colaboração BINGO eleve o nível de internacionalização do nosso programa e que proporcione aos nossos alunos oportunidades frutíferas para suas carreiras acadêmicas.

    Para mais informações acesse: https://www.bingotelescope.org

  •  Observatório Pierre Auger e Colaboração SWGO

  • Membro: Luiz Augusto Stuani Pereira

  • O Observatório Pierre Auger é uma obra desenvolvida em colaboração internacional, envolvendo pesquisadores de instituições de dezoito países. O Observatório compreende o maior detector de raios cósmicos em operação e o único no hemisfério sul, o que o destaca por permitir observar o centro da nossa galáxia. Tem como objetivo principal o estudo das partículas mais energéticas no Universo, que atingem a Terra vindas de diferentes direções, os chamados raios cósmicos ultra energéticos. Os dados experimentais obtidos no Observatório permitem dar passos importantes no entendimento de origem, processos de aceleração, propagação desde as fontes até a Terra, composição e espectro energético desses raios cósmicos de energias ultra altas. O SWGO será um observatório astrofísico de raios gama de alta altitude instalado a mais de 4.400 metros acima do nível do mar. O detector consistirá em milhares de unidades de detecção, que podem ser implantadas como uma matriz de unidades de detecção individuais ou montadas formando um único detector. As unidades de detecção podem ser espalhadas no solo ou submersas em um lago. 

  • Para mais informações sobre o Observatório Pierre Auger acesse: https://www.auger.org/collaboration/institutions
  • Para mais informações sobre o SWGO acesse: https://www.swgo.org/SWGOWiki/doku.php?id=collaboration


  •  COLABORAÇÃO LAGO LatinAmerican Giant Observatory
  • Membro: Diego Cogollo

  • O PPGF também conta com participação no LatinAmerican Giant Observatory (LAGO), tratando-se de uma colaboração entre diferentes Universidade sul americanas que utilizam detectores Cherenkov para estudar os chuveiros aéreos estendidos produzidos na atmosfera pela colisão de raios cósmicos primários de diferentes energias.

    Para mais informações acesse: https://arxiv.org/abs/1703.05337


  •  COLABORAÇÃO CANTATA

  • Membro: Victor Ignacio Afonso

  • Decorrente do pós-doutorado realizado pelo Prof. Victor I. Afonso na Universidade de Valencia, na España, apoiado parcialmente pelo CNPq e pela nossa Unidade, se estabeleceu uma colaboração com o grupo de “Agujeros Negros Cuánticos, Supergravedad y Cosmología” do Departamento de Física Teórica da Universidad de Valencia.
    Essa colaboração internacional se consolidou através da inserção em dois projetos. O primeiro deles conta com a participação do Prof. Victor Afonso como pesquisador membro do projeto SEJI/2017/042, intitulado “Aspectos Teóricos y Observacionales de la Estructura del Espacio-Tiempo” Universitat de València (Olmo Alba, Gonzalo (PI); Total amount: 182.000 euros; período: 2017-2019.), que até o momento tem produzido 5 artigos publicados conjuntamente e 2 submetidos.
     
    Paralelamente, a mesma colaboração apoiou a candidatura do grupo de Branas, Partículas e Campos da UAF-UFCG, para formar parte da EU-COST Action CA15117 “CANTATA” (European Cosmology and Astrophysics Network for Theoretical Advances and Training Actions) financiada pela European Cooperation in Science and Technology. (Ruth Lazkoz Saez (PI), compreendendo o período: 2015-2020. 
    Atualmente nosso grupo forma parte da red no grupo de trabalho WG3 “Modified Gravity” que nucleia grupos de pesquisa de 26 paises europeis. Vale destacar que só são aceitos dois grupos de pesquisa por pais fora da União Européia (International Partner Country), sendo o nosso grupo o único representante do Brazil.
    Por sua vez, essa interação nos permitiu contar com a participação da Dra. Ruth Lazkoz, coordenadora da rede internacional acima, como membro de um dos grupos de trabalho (WP12 - Science: “Cosmology and Large Scale Structres”) na colaboração internacional do telescópio BINGO.
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